quarta-feira, 19 de agosto de 2009

CUMPUREZA D’ALMA


CUMPUREZA D’ALMA



Dançava de um jeito sem jeito!

A métrica? Os padrões? Não se faziam necessários,

O coração batia no compasso do pandeiro e dos atabaques,

Senti-me arrebatada por um moinho de vento,

E mais que de repente vem A CHUVA QUE NÃO PARA DE CANTAR “CUMPUREZA D’ALMA”,

Gotas de luz, mãos erguidas em busca de uma centelha do amor que ali era derramado,

AAAAAAaaaaaaahhhhhhhh

A chuva acabou! A música parou!

Mas a energia que ali circulava era mais forte que a vontade humana,

Nossos corpos não paravam de dançar, de cantar, de amar, de sorrir!

Desejos incontidos, expressões das mais intensas,

Vozes proferidas “CUMPUREZA D’ALMA”.





Laís Teixeira