quinta-feira, 28 de maio de 2009

Gotas de Arco íris



As lágrimas que deslizam em tua face
Marcam a imensidão de tua sensibilidade,
Homem chora sim!
Chora por dor, por amor, por temor!

Lágrima pura e doce como o orvalho,
Que limpa e adoça toda a história,
Marcada por sentimentos trancados!

SENHORAS...E..SENHORES...
De hoje em diante,
Qualquer sentimento que brote no coração do ser humano,
Deve ser derramado em uma cascata de emoção!
Desaguar no pote de lágrimas, fazendo nascer um arco íris!

Laís Teixeira

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Laís






Que furor é este, minha gente!
Incontido na lágrima que escorre
Simples a afagar fertilizando o
Rosto de menina moleca crescida.

De vozes proferindo a poesia
Que desconcerta e cativa desde
Inertes aos que livres entregam-se
Aos devaneios da arte.

Do contato com os artigos
Nasce uma justiça que incisivamente
Desvela-se das sentenças já ditas;
De que há algo que não se conecta
A outro algo. Como não?
Quem, meus senhores, estabeleceu
As conexões a priori?! Quem?!

Pode sim, companheira Lais.
Desbravar as palavras com o
Sopro que tua garganta-corpo profere!
Despe-se daquilo jurídico caduco
E dos ternos-poder para se
Derramar na arte. Arte do
Bradar sem estrias que impossibilite
O fluxo do teu caminhar.

Sorria das entranhas quentes e
Latejantes da vida, pois vives,
Vives deliciosamente a pulsar.


Diego Medeiros, Fortaleza, fevereiro de 2009