quarta-feira, 28 de julho de 2010

DESCOMPASSO


Todas as flores desabrochavam,
Os pássaros sopravam lindas sinfonias,
As sementes germinavam no chão,
Os rios cheios por cascatas de luz,
Novas estrelas brilhavam no firmamento,
Os pescadores voltavam do mar cheios de peixe,
E a moça formosa esperava para amar...

Mas derrepente,
Bem mais que derrepente,
Tudo começa a andar na direção contrária,
Os ponteiros do relógio giram num descompasso,
As árvores já não dão mais frutos,
As pinceladas de "Frida" estão cinza,
E a moça formosa ainda espera para amar,
Espera, espera(...),
Mas a ESPERAnça é muito mais forte que a fadiga da espera.

Laís Teixeira

terça-feira, 6 de julho de 2010


Nos pontos do teu labirinto,
Pinto e bordo um universo,
Crio e conto “anedotas”,
Na calçada da casa dela.

Laís Teixeira