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Qual é o teu limite?

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Qual é o teu limite? Que terra és capaz de desbravar? Que mares te arriscas a navegar? EU SEI!!!! Fostes capaz de "massacrar" todos que não eram da raça ariana. Fostes capaz de destruir o teu habitat. Fostes capaz de despejar a destruição de Hiroxima e Nagasaki. Indios banidos, terras prostituidas, capitalismo selvagem! Quem é você? De onde vens? Para onde vais? Quem é capaz de te deter? Quem? Quem? ????????? Laís Teixeira

O Mar

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Abri os portões para o sopro da inspiração Navegar no embalo das ondas do pensamento, que a pouco estava inerte, petrificado, monocromático. Mas como pode, se pensas no fluxo do mar??? Se tua inspiração é mais diversificada que as profundezas do oceano??? Se teus desejos são mais intensos quanto o canto da sereia??? Se tua força e persistência é bem maior que as ondas do mar que perfuram os maiores e mais sólidos corais??? Sei, sei, sei... Eis como o MAR! Laís Teixeira

SENTIDO/SEM SENTIDO

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Meu olhar no teu olhar, Teu olhar no meu olhar, laços, traços, embaraços, Descompassos de uma vida... Ter e não perceber, Perceber e não ter, A vida corre a mil por hora! ÊIIIIIIIIIiiiii, não vá sem mim, Não me deixe assistir a partida do SENTIDO/SEM SENTIDO de viver!!! Laís Teixeira

CUMPUREZA D’ALMA

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CUMPUREZA D’ALMA Dançava de um jeito sem jeito! A métrica? Os padrões? Não se faziam necessários, O coração batia no compasso do pandeiro e dos atabaques, Senti-me arrebatada por um moinho de vento, E mais que de repente vem A CHUVA QUE NÃO PARA DE CANTAR “CUMPUREZA D’ALMA”, Gotas de luz, mãos erguidas em busca de uma centelha do amor que ali era derramado, AAAAAAaaaaaaahhhhhhhh A chuva acabou! A música parou! Mas a energia que ali circulava era mais forte que a vontade humana, Nossos corpos não paravam de dançar, de cantar, de amar, de sorrir! Desejos incontidos, expressões das mais intensas, Vozes proferidas “CUMPUREZA D’ALMA”. Laís Teixeira

Gotas de Arco íris

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As lágrimas que deslizam em tua face Marcam a imensidão de tua sensibilidade, Homem chora sim! Chora por dor, por amor, por temor! Lágrima pura e doce como o orvalho, Que limpa e adoça toda a história, Marcada por sentimentos trancados! SENHORAS...E..SENHORES... De hoje em diante, Qualquer sentimento que brote no coração do ser humano, Deve ser derramado em uma cascata de emoção! Desaguar no pote de lágrimas, fazendo nascer um arco íris! Laís Teixeira

Laís

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Que furor é este, minha gente! Incontido na lágrima que escorre Simples a afagar fertilizando o Rosto de menina moleca crescida. De vozes proferindo a poesia Que desconcerta e cativa desde Inertes aos que livres entregam-se Aos devaneios da arte. Do contato com os artigos Nasce uma justiça que incisivamente Desvela-se das sentenças já ditas; De que há algo que não se conecta A outro algo. Como não? Quem, meus senhores, estabeleceu As conexões a priori?! Quem?! Pode sim, companheira Lais. Desbravar as palavras com o Sopro que tua garganta-corpo profere! Despe-se daquilo jurídico caduco E dos ternos-poder para se Derramar na arte. Arte do Bradar sem estrias que impossibilite O fluxo do teu caminhar. Sorria das entranhas quentes e Latejantes da vida, pois vives, Vives deliciosamente a pulsar. Diego Medeiros, Fortaleza, fevereiro de 2009

INDEFINIDO

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Já não sei mais, Não encontro sentido para viver, Essa angústia me consome, Fico inebriada em meio a tanta incerteza! A música perdeu o tom, As cores desapareceram da aquarela, O poeta não tem mais inspiração, Todos os corações petrificaram. O rio perdeu seu curso, E o mar sofre por falta daquele que sempre o completou, As estrelas já não brilham no firmamento, Lamento o tormento, o descontentamento. Laís Teixeira